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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Reflexões sobre a literatura policial brasileira

Acabo de ler dois textos sobre a literatura policial brasileira com os quais não tenho certeza se concordo. Olivia Maia publicou o dela em 18 de janeiro, no Le Monde Diplomatique Brasil, e Paulo Polzonoff comentou o texto da Olívia em um post hoje.

Coloco os links para que vocês também leiam e tirem suas conclusões. Eu ainda estou digerindo as duras palavras.

ET: Eu, hoje, experimentei o que é viver na Idade Média. Faltou luz durante boa parte do dia, o que, por um lado foi ótimo porque pude colocar minhas leituras em dia, mas, por outro, atrasou muito as postagens de hoje. Amanhã falarei sobre o que li e, quiçá, sobre os textos acima.

2 comentários:

Iphigênia disse...

Amei o quiçah. E o blog também.

Bia disse...

Sabia que a primeira ocorrência da palavra quiçá foi registrada no século 13? A grafia não era essa, porém; era quizá, do espanhol.

Quero crer que já ouvistes, logicamente, a música "Quizas, quizas, quizas", sim? Belíssima.

Um beijo!